É HORA DE INVESTIR EM IMÓVEIS? VEJA COMO ESTÁ A ECONOMIA DO BRASIL EM 2022

Você tem se perguntado se está na hora de investir em imóveis? 

Por conta da pandemia, o mundo inteiro passou por instabilidades econômicas em 2020 e 2021. No entanto, agora, no segundo semestre de 2022, a economia do Brasil se encontra em um excelente momento. De acordo com Felipe Reis, Diretor Comercial da J.A. Russi Construtora e Incorporadora, “Os números e índices acabam refletindo no desejo da população em ter a casa própria, ou pelo menos em arrendar um imóvel para morar. Dessa forma, este período acaba sendo positivo para as pessoas que desejam investir e comprar um imóvel, seja para morar com a família, alugar para terceiros ou ter o intuito de vender nos próximos anos.” Confira, agora, alguns pontos positivos que tornam a economia do Brasil propícia para investir.

Alta geração de empregos

Conforme o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP), o Brasil alcançou um saldo positivo de 218.902 vagas formais de emprego. Os dados são de julho de 2022, e registra um acúmulo de 1.560.896 novos empregos neste ano. Todos os setores econômicos tiveram aberturas de vagas de empregos, porém, com destaque para o setor de serviços, que apresentou 81.873 vagas. Segundo o MTP, a ideia é de que o Brasil se mantenha estável nos próximos meses no que diz respeito à geração de empregos.

Fazendo um recorte em Santa Catarina, houve um recorde nacional de emprego. O estado atingiu a marca de 65,8% da população acima de 14 anos ocupada e, considerando apenas a parcela de pessoas que fazem parte da força de trabalho, o nível de ocupação é de 96,1%. Esse nível nunca havia sido alcançado por Santa Catarina, que, possuindo uma taxa de desemprego de 3,9%, se estabiliza como a menor do Brasil. Líder mundial de motores elétricos, a WEG é um exemplo de empreendedorismo catarinense que está com destaque nacional. Com sua nova fábrica, a marca de Jaraguá do Sul irá aumentar a capacidade de produção em até 25%, gerando 800 novos empregos. 



Mercado imobiliário aquecido

Altair Amora, Gerente de Vendas da J.A. Russi, relata que “A chegada da pandemia trouxe insegurança para diversos setores. Porém, constatou-se que o cenário acabou sendo favorável para a construção civil e mercado imobiliário no geral: investidores, buscando a segurança que os imóveis oferecem e aproveitando taxas de juros atrativas, mantiveram o mercado altamente aquecido.”

E este mercado continua recebendo destaque durante a recuperação econômica do Brasil. Mesmo com a taxa Selic, que chegou em 13,75% em setembro deste ano, o número total de imóveis vendidos no primeiro trimestre de 2022, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), foi de quase 40 mil. Superou em cerca de 6% quando comparado ao mesmo período de 2021. Os números de lançamentos de imóveis também não ficam para trás: houve um crescimento de 2,2% no primeiro trimestre de 2022 quando comparado ao primeiro trimestre de 2021. No total, no ano passado, as vendas de imóveis cresceram 26,1% em todo país, com relação ao ano anterior, 2020.


O desejo da casa própria

Segundo o índice FipeZap, que avalia a demanda por imóveis no país, 60% das pessoas entrevistadas pensam que, agora em 2022, é o melhor momento para comprar um imóvel, enquanto 48% dos entrevistados pretendem adquirir um, nos próximos três meses. Altair Amora ainda afirma que “Com o avanço da vacinação, a economia reagindo e as pessoas possuindo estabilidade de renda, a confiança de quem busca um imóvel é muito maior. Além disso, os juros de crédito habitacional seguem baixos, no menor patamar da história do Brasil, o que acaba sendo um ponto positivo e que corrobora com o desejo da população de comprar a casa própria.”

O que considerar na hora de investir

De acordo com Ricardo Serpa, Diretor Administrativo da J.A. Russi, “Além de ter uma ótima compreensão de qual é o seu momento pessoal e profissional, ter um ótimo planejamento financeiro e perspectivas aspiracionais traçadas para o futuro, é preciso considerar as características do imóvel. Por exemplo, buscar regiões com alto potencial de valorização é uma estratégia. Melhorias urbanas no entorno do empreendimento, como revitalização do bairro, pontos comerciais, fluxos de transporte coletivo, entre outros, precisam ser considerados. Ter uma expectativa de valorização ajuda a tomar as principais decisões para que você possa comprar um imóvel e investir com segurança.”

Dados da Fundação Getúlio Vargas apontam que até o ano de 2025 haverá uma demanda de aproximadamente 14,5 milhões de novas moradias. Isso, somado com que os bens imobiliários sempre acompanham a inflação, torna-se quase impossível não haver uma valorização do imóvel que você irá comprar.

Fonte: J.A.Russi | Construtora

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