Dia Mundial de Luta contra a Aids: a importância da prevenção e do diagnóstico precoce
Em três décadas, já foram registrados 882.810 casos da doença no Brasil
A Aids é uma doença do sistema imunológico humano resultante da infecção pelo vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), que se caracteriza pelo enfraquecimento da imunidade do corpo. No dia 1º de dezembro é promovido o Dia Mundial de Luta contra a Aids, data que busca conscientizar sobre essa doença que não tem cura.
Segundo o Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2017, divulgado pelo Ministério da Saúde, de 1980 a junho de 2017, já foram identificados 882.810 casos de Aids no Brasil. O boletim ainda apontou que, o país tem registrado, anualmente, uma média de 40 mil novos casos de Aids nos últimos cinco anos.
Os milhares de novos casos alertam para a necessidade da disseminação de informações sobre as formas de transmissão e prevenção, além da importância do diagnóstico precoce e, consequentemente, de conscientizar as pessoas a realizarem o exame.
Qual a diferença entre HIV e Aids?
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) explica que o HIV é o vírus que pode levar à síndrome da Aids e que a infecção com o HIV não tem cura, mas tem tratamento e pode evitar que a pessoa chegue ao estágio mais avançado de presença do vírus no organismo, desenvolvendo, assim, a síndrome conhecida como Aids.
Segundo a médica infectologista Maristela Pastore Oliveira, da Unimed Bauru, nem todos os pacientes que possuem o HIV tem, necessariamente, a Aids. "Conhecer o quanto antes a sorologia positiva para o HIV aumenta muito a expectativa de vida de uma pessoa que vive com o vírus", explica.
Como é feito o teste rápido de HIV?
Os testes rápidos são realizados pela amostra de sangue ou com amostras de fluido oral. Dependendo do fabricante, podem também ser realizados com soro ou plasma. Eles podem ser feitos gratuitamente em diversas unidades de saúde, basta consultar os locais com a Secretaria Municipal de Saúde.
Qual é o tratamento da Aids?
O tratamento da Aids é realizado com remédios, mais conhecidos como coquetéis, que tem como objetivo limitar a multiplicação do HIV e preservar o sistema imunológico do paciente. Segundo a médica infectologista, sempre há necessidade de mais que um tipo de medicação para o controle do HIV. “Já existem as medicações dentro de um comprimido, facilitando o uso pelo paciente”, explica Maristela.
Quais são as formas de transmissão e prevenção?
No momento, ainda não se fala em cura do HIV/Aids, mas há muita pesquisa sendo realizada sobre o assunto. Por isso, conhecer as formas de transmissão e como se prevenir é muito importante.
Vale ressaltar que o vírus causador da Aids está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno. Ele pode ser transmitido por meio de:
Para a prevenção da Aids, recomenda-se o uso de:
A Aids é uma doença do sistema imunológico humano resultante da infecção pelo vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), que se caracteriza pelo enfraquecimento da imunidade do corpo. No dia 1º de dezembro é promovido o Dia Mundial de Luta contra a Aids, data que busca conscientizar sobre essa doença que não tem cura.
Segundo o Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2017, divulgado pelo Ministério da Saúde, de 1980 a junho de 2017, já foram identificados 882.810 casos de Aids no Brasil. O boletim ainda apontou que, o país tem registrado, anualmente, uma média de 40 mil novos casos de Aids nos últimos cinco anos.
Os milhares de novos casos alertam para a necessidade da disseminação de informações sobre as formas de transmissão e prevenção, além da importância do diagnóstico precoce e, consequentemente, de conscientizar as pessoas a realizarem o exame.
Qual a diferença entre HIV e Aids?
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) explica que o HIV é o vírus que pode levar à síndrome da Aids e que a infecção com o HIV não tem cura, mas tem tratamento e pode evitar que a pessoa chegue ao estágio mais avançado de presença do vírus no organismo, desenvolvendo, assim, a síndrome conhecida como Aids.
Segundo a médica infectologista Maristela Pastore Oliveira, da Unimed Bauru, nem todos os pacientes que possuem o HIV tem, necessariamente, a Aids. "Conhecer o quanto antes a sorologia positiva para o HIV aumenta muito a expectativa de vida de uma pessoa que vive com o vírus", explica.
Como é feito o teste rápido de HIV?
Os testes rápidos são realizados pela amostra de sangue ou com amostras de fluido oral. Dependendo do fabricante, podem também ser realizados com soro ou plasma. Eles podem ser feitos gratuitamente em diversas unidades de saúde, basta consultar os locais com a Secretaria Municipal de Saúde.
Qual é o tratamento da Aids?
O tratamento da Aids é realizado com remédios, mais conhecidos como coquetéis, que tem como objetivo limitar a multiplicação do HIV e preservar o sistema imunológico do paciente. Segundo a médica infectologista, sempre há necessidade de mais que um tipo de medicação para o controle do HIV. “Já existem as medicações dentro de um comprimido, facilitando o uso pelo paciente”, explica Maristela.
Quais são as formas de transmissão e prevenção?
No momento, ainda não se fala em cura do HIV/Aids, mas há muita pesquisa sendo realizada sobre o assunto. Por isso, conhecer as formas de transmissão e como se prevenir é muito importante.
Vale ressaltar que o vírus causador da Aids está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno. Ele pode ser transmitido por meio de:
- Relações sexuais sem preservativo;
- Mãe (portadora do vírus) para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação;
- Compartilhamento de agulha ou seringa com portadores de HIV;
- Transfusão de sangue com presença do vírus HIV;
- Instrumentos diversos (hospitalares, piercing, manicure) não esterilizados.
Para a prevenção da Aids, recomenda-se o uso de:
- Preservativo durante as relações sexuais;
- Utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados (sangue total, papa de hemácias, hemácias com poucos leucócitos e plasma) para transfusão.
- Além disso, as mães infectadas pelo vírus (HIV-positivas) devem usar, com acompanhamento médico, antirretrovirais (medicamentos para impedir a multiplicação do vírus no organismo) durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos.
Fonte: G1



